DIA 05 DE ABRIL
Auditório APSEI
Licenciada em Ciências da Comunicação com especialização em Jornalismo
Pós-Graduação em Segurança e Saúde no Trabalho
Técnica Superior, a exercer funções na Direção de Serviços para a Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho, da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), desde 2011;
Atualmente, a exercer o cargo de Chefe da Divisão de Promoção e Avaliação de Programas e Estudos, da ACT
Desenvolvimento das TIC e da digitalização do trabalho
Economista e Mestre em Análise de Política Social pelo ISEG – Universidade de Lisboa.
É, desde 2018, Perita Associada da OIT Lisboa, estando atualmente a coordenar um estudo sobre o impacto das dinâmicas do futuro do trabalho no setor automóvel em Portugal, em particular sobre o trabalho e o emprego.
Foi economista-chefe do gabinete do Ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, tendo trabalhado também em consultoria (Deloitte), assessoria económica (Ministério da Economia) e gestão financeira (Technophage, empresa de biotech), enquanto prosseguia, em paralelo, investigação no domínio das políticas públicas e sociais, com especial enfoque nos temas da proteção social.
Coautora, com Pedro Adão e Silva, do livro “”Cuidar do futuro: os mitos do Estado Social português”” (2015), entre outras publicações e capítulos de livros no domínio da proteção social e do emprego.
As discussões em torno do “futuro do trabalho” têm sido dominadas pelo tema das transformações tecnológicas. Embora muitos analistas se centrem na quantificação dos impactos ao nível da destruição potencial de emprego, a OIT tem-se debruçado nas implicações das novas tecnologias nas condições de trabalho, no tipo de emprego que está a ser criado, nas implicações para a SST, defendendo que não há determinismo no processo de mudança em curso – o diálogo social e as políticas públicas têm um importante papel a desempenhar na condução da mudança rumo ao trabalho digno para todos.
Diretor do Curso de Pós-Graduação em SHT da Universidade Lusófona e Perito convidado da Comissão Europeia em matéria de SST. Autor de várias obras publicadas sobre a temática da SST. Desempenhou atividades de Diretor Central de SST da Portugal Telecom (1994 a 2011) e Diretor da licenciatura em SHT da ULHT (2009-2014). É ainda Membro da Comissão do Livro Branco dos Serviços de Prevenção de Riscos Profissionais.
O teletrabalho e os novos desafios para a SST
Apesar de ter consagração legal há alguns anos, o teletrabalho viu o seu enquadramento alterado por força da necessidade de rever o modelo de organização do trabalho, em consequência da pandemia. Esta alteração parcial do paradigma arrastou consigo a necessidade de um olhar mais cirúrgico sobre as condições de trabalho remoto, à luz de um movimento acentuado de digitalização das actividades. Há, assim, que aprofundar os constrangimentos para a Saúde e Segurança no Trabalho (SST), designadamente em matéria de riscos ergonómicos e psicossociais, sem deixar de enfatizar as oportunidades de melhoria que também convoca.
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