DIA 07 DE ABRIL
Auditório APSEI
2003 – Licenciatura em Arquitetura, na Universidade Lusíada,
2006 – Pós-graduação de Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho,
2010 – Mestrado Executivo em Sales Management – ISCTE – Business School.
2012 – Perito de Segurança Contra Incêndios, 3ª e 4ª Categoria – Certitecna SA
Cidália Worm tem licenciatura e mestrado pré-Bolonha em Arquitetura e vasta formação em SCIE, sendo de destacar o curso de Princípios do Projeto de SCIE Baseado no Desempenho, Comportamento Humano em Incêndio (Univ. Lund e SFPE) . É projetista de 2ª a 4ª categorias de risco.
É sócia gerente do gabinete ETU – Projeto e Consultoria em SCIE, desenvolvendo projetos em Portugal, Angola, Argélia e França. Tem elaborado e implementado Medidas de Autoproteção em várias instituições, dando formação e intervindo também na organização de simulacros.
O impacto do envelhecimento da população na SCIE
Licenciado em Engenharia Civil pela Academia Militar. É detentor de uma Pós-graduação em Protecção Contra Incêndios de Edifícios promovida pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
Actualmente é Administrador da Exactusensu.
Foi oficial do Exército Português. Desempenhou, em comissão de serviço, as funções de Adjunto Técnico, entre Novembro de 92 e Abril de 2000 e de 2º Comandante, entre Abril de 2000 e Abril de 2006, no Batalhão de Sapadores Bombeiros (BSB) do Porto.
Foi-lhe outorgado o título de Especialista em “”Engenharia de Segurança””, em Maio de 1999 e a qualificação profissional de “”Engenheiro Sénior “”, em Maio de 2002, pela Ordem dos Engenheiros. Participa regularmente como formador e orador em diversas acções de Actividade formativa formação, seminários e colóquios.
Autor do livro “Segurança contra Incêndio em Edifícios – Regulamentação Ilustrada e Anotada” – Volumes 1 e 2.
Integra a Comissão de Especialização em Engenharia de Segurança (CEEES) da Ordem dos Engenheiros desde o triénio 2010-2013.
É membro da National Fire Protection Association (NFPA), desde Setembro de 1999.
Problemática da evacuação em utentes com capacidades vulneráveis
A temática da evacuação de utentes com capacidades vulneráveis, coloca desafios, que são muito específicos, uma vez normalmente se encontram limitados na mobilidade ou nas suas capacidades de perceção e reação a um alarme, dependendo quase sempre de terceiros para alcançar um local seguro no exterior dos edifícios em caso de emergência ou até para alcançar um sector corta-fogo contíguo ao da zona onde se localizam no momento de um sinistro.
A regulamentação em vigor refere que “O plano de evacuação deve contemplar as instruções e os procedimentos, a observar por todo o pessoal da utilização-tipo, relativos à articulação das operações destinadas a garantir a evacuação ordenada, total ou parcial, dos espaços considerados em risco pelo RS [ Responsável de Segurança ] e abranger o auxílio a pessoas com capacidades limitadas ou em dificuldade, de forma a assegurar que ninguém fique bloqueado” (alínea b) do n.º 5 do art.º 205º do RT-SCIE).
Nesta conformidade, na Mesa Redonda serão apresentados alguns aspetos que devem ser tidos aquando do planeamento e da execução de operações de evacuação em situações de emergência de utentes com capacidades vulneráveis, de modo a dar cumprimento às exigências regulamentares em vigor e assegurar condições de segurança aceitáveis.
A preparação da resposta a situações de emergência de uma dada instalação deve ser ter em conta as suas particularidades, como a altura, o efetivo, o efetivo em locais de risco D e eventual risco associado a uma elevada carga de incêndio.
Na apresentação serão escalpelizados os aspetos relacionados com a evacuação de pessoas com:
• Deficiência visual ( subnormal ou cegueira);
• Deficiência auditiva (surdos ou com diminuição auditiva);
• Deficiência de mobilidade;
• Deficiência de mobilidade ambulatória;
• Deficiência de mobilidade não ambulatória;
• Idosos e crianças.
Será igualmente dado enfoque para o planeamento e a preparação que aumentam a margem de segurança, salvando vidas quando ocorre uma emergência.
Deste modo, a evacuação de utentes com capacidades vulneráveis pode ser realizada com sucesso se políticas e técnicas adequadas forem adotadas e implementadas tendo em vista:
• treinar de funcionários em métodos de assistência a pessoas com capacidades vulneráveis;
• treinar de funcionários para comunicar assertivamente em caso de emergência;
• à atribuição de tarefas específicas durante uma situação de emergência;
• à identificação das necessidades específicas das pessoas com deficiência e/ou limitações.
Licenciado (pré Bolonha) em Engenharia Electrotécnica na área de Automação Industrial e Sistemas de Potência no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.
Gestor de Produto Ibérico da Life Safety Division na Eaton, com 18 anos de experiência na iluminação de emergência. Vogal da CTE34, autor de artigos técnicos e webinars na área de iluminação de emergência.
Adaptive evacuation
O sistema adaptive evacuation pode ser utilizado para ajudar a evacuar as pessoas de um edifício utilizando o caminho mais seguro disponível no momento. À medida que os diferentes caminhos de evacuação disponíveis mudam, a sinalização pode ser atualizada de modo a refletir tais alterações.
Com cada vez mais populações urbanas a visitar edifícios grandes, e muitas vezes multifuncionais, a responsabilidade dos proprietários e dos gestores dos edifícios, de evacuar as pessoas com segurança, tem vindo a tornar-se cada vez mais desafiante.
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